É um jogo da memória com cartas de emoções. Ao encontrar um par, surge uma frase curta e dicas de como lidar com aquele sentimento de forma prática.
Dar nome ao que sentimos é o primeiro passo para lidar com os sentimentos. Ajuda a criança a pedir ajuda, comunicar necessidades e criar estratégias saudáveis.
Conteúdo educativo: não substitui avaliação ou acompanhamento psicológico.
Este jogo da memória foi criado para ajudar crianças e famílias a reconhecer, conversar e agir diante das emoções do dia a dia. Cada par encontrado abre espaço para diálogo simples e acolhedor.
CRP 12/28594
A versão estendida deste jogo, com histórias animadas, atividades de calma e missões em família. Fica na Área da Família, para jogar junto com a criança.
Conhecer a Área da Família 6 a 12 anos · com um adulto por perto
Psicóloga com foco em infância e adolescência.
É um jogo da memória com cartas de emoções. Ao encontrar um par, surge uma frase curta e dicas de como lidar com aquele sentimento de forma prática.
Dar nome ao que sentimos é o primeiro passo para lidar com os sentimentos. Ajuda a criança a pedir ajuda, comunicar necessidades e criar estratégias saudáveis.
Conteúdo educativo: não substitui avaliação ou acompanhamento psicológico.
Este jogo da memória foi criado para ajudar crianças e famílias a reconhecer, conversar e agir diante das emoções do dia a dia. Cada par encontrado abre espaço para diálogo simples e acolhedor.
CRP 12/28594
A versão estendida deste jogo, com histórias animadas, atividades de calma e missões em família. Fica na Área da Família, para jogar junto com a criança.
Conhecer a Área da Família 6 a 12 anos · com um adulto por perto
Psicóloga com foco em infância e adolescência.
Use alguns itens por rodada. Cada bloco abaixo traz por quê, um exemplo e uma dica de regulação.
Nomear emoções mostra que sentimentos são normais e transitórios.
"Você disse que está triste porque o jogo acabou. Podemos pensar em algo que te alegre agora?"
Conversar com alguém de confiança e escolher uma atividade prazerosa.
Explorar gatilhos liga causa e efeito e amplia a percepção sobre o que sentimos.
"Você ficou bravo porque seu amigo não emprestou o brinquedo. É comum sentir raiva quando algo parece injusto."
Respirar fundo, contar até 5 e pedir ajuda a um adulto antes de reagir.
Diferenciar palavras próximas aumenta a precisão emocional e facilita pedir ajuda.
"Você disse que está com raiva, mas pode ser frustração por não ter conseguido montar o quebra‑cabeça. Vamos tentar de novo?"
Fazer uma pausa curta, retomar com calma ou pedir apoio de um adulto.
Nem sempre a criança verbaliza; outras formas de expressão aumentam a confiança.
"Desenhe como se sente agora. Qual cor mostra sua alegria?"
Desenhos, músicas ou movimentos ajudam a liberar a emoção com segurança.
Ensinar estratégias dá ferramentas práticas para o dia a dia e diminui a impulsividade.
"Percebi que você ficou nervoso. Vamos respirar juntos contando até três."
Respirações guiadas, alongamentos e um "cantinho da calma".
Surge quando algo não acontece como esperado ou sentimos que houve injustiça.
A raiva é uma emoção de defesa. Reconhecer gatilhos ajuda a perceber que é possível escolher como reagir.
"Você ficou bravo porque seu amigo não quis emprestar o brinquedo. Faz sentido sentir raiva quando algo parece injusto."
Respirar fundo, contar até 5, usar uma atividade física leve (apertar uma bolinha) ou pedir ajuda.
Aparece quando algo importante se perde, como um brinquedo, um amigo ou uma situação feliz que terminou.
Mostra o valor que damos a algo ou alguém. Validar esse sentimento ensina empatia e autocuidado.
"Você ficou triste porque a brincadeira acabou. Isso acontece, mas podemos pensar em outra coisa legal para fazer."
Conversar, buscar acolhimento em um abraço, desenhar ou ouvir uma música calma.
Surge em momentos de conquista, diversão ou conexão com outras pessoas.
Fortalece vínculos e aumenta a motivação. Celebrar ajuda a criar memórias positivas.
"Você está alegre porque conseguiu terminar o desenho. Podemos guardar esse desenho para lembrar dessa conquista."
Compartilhar a alegria, registrar em um diário ou repetir atividades que causaram bem‑estar.
Surge diante de situações novas, perigosas ou desconhecidas.
O medo é protetor: ensina cautela, mas precisa ser compreendido para não limitar a criança.
"Você ficou com medo do escuro. Isso é comum; podemos acender uma luz pequena para você se sentir seguro."
Validar o medo, mostrar presença, respirar devagar e imaginar um lugar seguro.
Recomendação: jogue junto com a criança ou fique por perto, e combine um tempo curto de tela (uma ou duas rodadas). Como em qualquer site, ela pode navegar para outras páginas sem supervisão.
Conforme a Resolução CFP nº 11/2000.
Conteúdo educativo: não substitui avaliação ou acompanhamento psicológico.
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